Bacalhau botânico no jardim da Ajuda

Devo ter sido francesa, numa outra vida. Adoro os jardins palacianos, sou feliz no meio dos seus labirintos de sebes aparadas até ao último milímetro.

Ou então, as memórias incrustadas na genética agitam-se e trazem de volta aquela sensação de liberdade dos bons selvagens quando ando perdida entre árvores e plantas, em florestas ou pinhais.

O Jardim Botânico da Ajuda consegue juntar esses mundos verdejantes: tem um pouco de Louvre e outro tanto de arvoredo desalinhado.

Que bom que é poder abrigar-me do Sol num dia quente de Verão à sombra dos ramos das suas centenárias árvores e ver o Tejo a correr num último esforço para chegar ao seu destino.

AB

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